A Estação de Tratamento de Água e/ou Efluentes é um dos setores mais importantes de uma empresa, pois garante a entrega de uma água tratada dentro dos parâmetros necessários para seu uso ou lançamento ao meio ambiente.
Não obstante, a ETA/ETE deve operar de maneira estratégica a fim de evitar erros e gastos excessivos ou até mesmo o não atendimento aos parâmetros exigidos.
Mas quais são os erros mais comuns desse setor e como evitá-los?
❌Fazer as dosagens de coagulante e floculante “a olho” sem fazer teste de jarros previamente;
❌Não testar qual seria o coagulante ideal para o tipo de água ou efluente a ser tratado;
❌Não fazer o monitoramento da ETE diariamente, que inclui: pH, temperatura, vazão, sólidos sedimentáveis, entre outros;
❌Não fazer a devida manutenção dos equipamentos de dosagens, levando ao uso excessivo de produtos, aumentando os custos de tratamento;
❌Não ter uma equipe técnica especializada para fazer a operação do processo.
Para evitar esses erros e ter mais segurança ao operar a estação de tratamento, deve-se seguir os seguintes critérios:
✅Fazer um teste de jarro com a água ou o efluente a ser tratado, definindo o melhor coagulante, floculante, testando diferentes dosagens desses produtos, avaliando a velocidade de reação, formação dos flocos, decantação ou flotação e clarificação do tratado;
✅Definir a melhor vazão do processo, de acordo com o tamanho dos tanques e tempo de retenção da ETA/ETE;
✅Identificar o melhor pH de trabalho para se obter o melhor resultado do clarificado;
✅Manter os equipamentos desobstruídos e limpos, medindo frequentemente se a dosagem indicada está de acordo com a dosagem real;
✅Treinar os operadores para que conheçam os produtos, parâmetros do processo e resultados desejados que estão trabalhando.
Não deixe sua estação de tratamento trabalhando sem controle, contate a nossa equipe técnica para lhe auxiliar.